quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Sesa e os medicamentos...


Como entre um exame de manhãzinha e a consulta da tarde, tinha eu tempo, estava indeciso, ia até o batel na dpu ou ia até o centro na sesa.
Peguei o ônibus e na metade do caminho decidi, desci próximo na marechal próximo da rua da farmácia, estou conseguindo pegar 2 dos 14 medicamentos que tomo diariamente fornecido pelo estado, claro depois de uma certa burocracia, e não esquecer de renovar de 2 em 2 meses.
Cheguei ao recinto, muitas pessoas, a atendente ainda na primeira fila, me fez mostrar as guias a ela, tipo perguntei : prá que você olhar, não vai ajudar em nada. E ela: _ não vai ajudar em nada mas só tira a senha se eu deixar e prá deixar tem de mostrar as guias.
Minha senha 1316. Olhei no painel, mais de 150 pessoas na minha frente. Isso eram 9h25 da manhã. Tinha consulta as 12h30, na  verdade deixar a carteirinha. Mas quanto antes chegar é melhor.
E começou os espasmos de dor, eu suava frio e tremia, coloquei remédio sublingual e não passava, até a senhora ao lado perguntou se queria que chamasse alguém e eu disse-lhe que não. Que já passaria, mas que nada, aquilo me consumia. Sei que conversamos, mais uma vez psicólogo escrito na testa, com as perguntas certas a história vem. Das 5 pessoas à minha volta, mais próximas que participavam da conversa, todas conheciam alguém com câncer e pessoas que morreram com câncer, parentes próximos e vizinhos, tamanho é este mal que ronda o ser humano.
Dona Beatriz, a senhora que estava preocupada comigo, fez cirurgia bariátrica, mas o que não contavam é que sua obesidade é glandular, então mesmo com o grampo ela não perdeu peso, o grampo virou uma hérnia que acabou estourando e o líquido gástrico vazou nos intestinos queimando-os. Vai ter de se submeter a novas cirurgias, e seu marido disse: eu disse a ela para não fazer, mas teimou, olha no que deu, não presta prá mais nada. E ela rapidamente: __como não, antes de você chegar contava a eles como eu cozinho, na cozinha não tem prá ninguém, se uma coisa a esposa tem de saber fazer é uma boa comida prá família. E eu me preparei, casei tarde mas casei prendada. O senhor quer saber que ele sofre porque estamos juntos só a oito anos e não conseguimos desfrutar de toda a relação que tem um casal.
Ali, não  quis puxar mais a conversa, porém dei meu telefone para que se precisassem conversar entrassem em contato comigo.

As 11h50 fui atendido por uma senhora simpática, que forneceu minhas três caixinhas, duas de atorvastatina e uma de clopidogrel e mais indicações e me fui, de novo ao HC para consulta.

Quando o telefone toca...

Hoje, eram 7h18 da manhã e o telefone resmunga, apanho-o meio assustado, o telefone não é conhecido.
_alo! Quem?
_queria falar com seu Abilio.
_é ele. Pode falar querida.
_Oi seu Abilio, aqui é a Eliane do hospital. Uma senhora cancelou a sua citoscopia e estou ligando para ver se o senhor não quer aproveitar esta data.
_quando?
_esta segunda dia 31, tem de vir as 8h da manhã, em jejum, já fez antes o procedimento não?
_sim já fiz. Duas coisas: primeiro é tenho consulta na cardio, vou poder faze-la antes? E segunda fiz consulta na quinta e me falaram que tudo estava bem, que a tomografia deu alterações, mas nada para se entrar em pânico.
_bom aí eu não sei. Quando comentei ontem se teriam alguém com urgência para colocar em caso de desistência esta semana todos deram seu nome. Quanto à consulta aí na segunda fala com eles, com certeza faz a consulta e depois a intervenção.
_então está ok.
_não queria preocupa-lo, só ajuda-lo. Seu Abilio. Tenha um bom dia.
_a você também minha querida. Bom dia e boa semana.

Não queria assustar mas assustou..

Dia tenso no HC


Hoje o dia foi tenso, cheguei ao HC eram 8h12. Exame de laboratório. Na primeira fila, Sergio cuidava da organização e brincava, quando me viu já cobrou o horário, que devia ter chegado as 7h00, disse-lhe que nem sempre dava para fazer o que se pedia devido ao transporte (este foi aquele dia da van do município que o garoto não quis marcar pós eleição).
A cada minuto na fila, alguém queria passar à frente, mesmo o enfermeiro repetindo: a regrado hospital é clara “primeiro quem vai fazer perfil e deficientes e depois os outros, os de perfil porque tem de voltar coletar mais vezes, estamos aqui para ajudar”.
Cada um arrumava uma desculpa, mas quase todos diziam porque estavam em jejum, porem todos estavam em jejum. Ah mas meu pai é idoso ou minha mãe.” Sim entendo que ele é idoso ou ela é idosa, você leva ele ou ela lá em cima senta ele ou ela lá e depois você retorna à fila, viu como dá certo?”
Um jovem apareceu, olhou ao senhor de idade e disse: _ ainda aí? Pensei que já tinha conseguido. O velhinho disse: _seu plano não deu certo, você vai ter de ficar na fila prá mim.se não tivesse demorado. E ele: _é que fui estacionar a caminhonete, que não dá prá deixar na rua, né, ainda não tem nem 60 km, de tão nova que é né vô, mas porque não foi atendido: e lá vai Sergio explicar tudo novamente.
No laboratório, conversei com um senhorzinho de 83 anos, que me contou seus problemas com a esposa, desde a quanto tempo não fazia sexo com ela e como ela estava agora, quase uma criança devido ao Alzheimer. Aí disse ele: como vou querer alguma coisa com uma criança? tem o corpão da minha esposa tem, mas não é mais a mesma coisa.
Na hora de coletar, baia 8, a enfermeira que já colheu de mim amostras significativas durante internamentos agora tinha uma auxiliar, uma estagiária em treinamento, pobre de mim, a menina tremia mais que naquele momento.
Enfim, saí ileso. Já havia colhido uma porção de urina, porém pediram mais um, lá fui eu ao banheiro e entregar o liquido ainda quente nas mãos de Edgar. Nesse entretempo conversei com o Jobson para saber como e a quantas estavam as marcações de cistoscopia já que fazia já algum tempo que era para terem me ligado e assim soube quem era a responsável agora, só me ensinou o andar errado.

Uma parte do dia foi.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Conhecendo Hérnia Inguinal























Consulta Cirurgia Geral Hernias Inguinais

Estava ansioso pelo dia de hoje, tinha agora tarde uma consulta no ambulatório de cirurgia geral, mesmo sabendo que iam barrar, pois nada está sendo normal ultimamente, para a biopsia que preciso da próstata pois estou com alteração de 5,74 e isso indica a necessidade, a anestesia ambulatorial já negou a indicação só depois de passar novamente pela cardio, e com indicação que tenha um leito na uti disponivel dado os resultados da ultima cintilografia de perfusão.
bom fui...
para começar olha como estava:
Dá para se ter uma ideia do fluxo nos ambulatórios 7 e 8 ...


Noticias da Cirurgia Geral, só depois de terminar o tratamento com as instilações intravesicais com BCG é que é recomendado a cirurgia das hérnias inguinais bilaterais, quanto a dor, "vai ter que conviver com ela, mas o senhor já as tem, então vai tirar de letra, mas se piorar volta aqui".... e assim foi esta tarde de apalpações, gemidos, lágrimas involuntárias a escorrerem pelos olhos com a pergunta irônica : está doendo?!




Resultado: sai com as dores, mancando, e agora pensando na instilação intravesical com BCG a ser aplicada amanhã, sexta feira dia 06/05/16
05/05/16

terça-feira, 1 de março de 2016

Citoscopia dia 22/02

A cistoscopia, exame intravesical para observação e acompanhamento do es adiamento do CA, desta vez foi retirado vários fragmentos para novas biópsias.
Chegamos as 7h20 da manhã, jej de a mentos desde as 22 hs do dia anterior e de água desde as 00 h...
Me juntei a outros no 9° andar, isso depois dw passar por seguranças que teimam além de verem a carteirinha e o RG, a olharem e lerwm as apacs e encaminhamentos nhamentos, mesmo alertados que é contra a lei.
Lá, jovens estudantes reunidos, um professor muito exigente.
Perto das 9 hs vee. Os residentes passar os pacientes internados, cumprimentos e conversas rápidas com cada um que espera: um cistoscopia (eu), um postectomia, outra retirar um duplo j, dois internamentos de renal, o meu antigo colega de quarto Alair, com seus rins doentes.

E outros que iam à ressonância.
O dia começou, ao centro cirúrgico ia um a um, hora um internado, hora um que estava na sala.
E um dos médicos vez ou outra passava e avisava : não sai daí, que hoje sai.
Outro dizia : é um pouco confuso, mas sabia que é encaixe , não ?!
Outro: o senhor conhece os procedimentos, é só aguardar.
Minha fome já passara por todos os estágios, minha sede, está ainda foi provocada com uma jarra trazida pela enfermeira e posta na mesinha de centro.
As 15h30 pediram que trocasse de roupa, coloquei a calça e a túnica, porém só serviu para atiçar o ciúme do homem da prostec, que já estava ansioso.
Só fui levado as 18h10, na sempre pequena maca, centro cirúrgico, anestesista Patricke, chefe do exame Victor, Gino e Bruno.
A agulhada na mão doeu muito, como avisado o narcótico queimou a veia.
Fui neste momento então que recebi a notícia de que vários fragmentos foram retirados:
- não precisa se preocupar com isso, é normal retiradas para análise.
Fiquei no pós até 19h55, depois levado ao 9°.
E ao chegar, o casal, aquele da prostec estava indo embora para voltar outro dia, soube que tiveram uma boa discussão sobre o tempo que perderam de espera.
Só em que 30 dias o

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Auxílio Doença



O que é o auxílio-doença?

É um benefício mensal devido ao segurado pela Previdência Social que, por mais de 15 dias, ficar incapacitado temporariamente para o trabalho em virtude de doença ou acidente.

O paciente com câncer, segurado pela Previdência Social, tem direito ao auxílio-doença?

Sim, desde que fique temporariamente incapacitado para o trabalho.

Como é verificada a incapacidade temporária para o trabalho?

A constatação da incapacidade dá-se por meio de perícia médica 
realizada pela Previdência Social. Não tem direito ao auxílio-doença 
quem, ao se filiar à Previdência Social, já tiver doença ou lesão 
que geraria o benefício, a não ser quando a incapacidade resulta 
do agravamento da enfermidade.

Há prazo de carência para o segurado ter direito ao auxílio-doença?

Via de regra, para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa 
contribuir para a Previdência Social por, no mínimo, 12 meses. 
Todavia, o cumprimento do período de carência deixa de ser 
exigido em caso de acidente do trabalho, bem como quando 
a incapacidade estiver relacionada às seguintes doenças: 
tuberculose ativa, hanseníase, alienação mental, neoplasia maligna (câncer), 
cegueira, paralisia irreversível e incapacitante, cardiopatia grave 
( a minha é Tri arterial grave), 
doença de Parkinson, espondiloartrose anquilosante, nefropatia grave, 
estado avançado da doença de Paget (osteíte deformante), AIDS, c
ontaminação por radiação, hepatopatia grave, fibrose cística (mucoviscidose).

O servidor público também tem direito ao auxílio-doença?

Os servidores públicos possuem regras próprias, mas todos devem 
ter garantida a cobertura de benefícios correspondentes ao auxílio-doença 
e à aposentadoria por invalidez. Os servidores públicos deverão 
seguir o procedimento previsto nos seus Estatutos para requerer 
o benefício. O departamento de recursos humanos do órgão público 
ao qual o paciente é vinculado poderá prestar todas as informações necessárias.

Como obter o auxílio-doença?

Para obter o benefício, o paciente, segurado pela Previdência Social, 
deve comparecer, pessoalmente ou por intermédio de um procurador, 
a uma Agência da Previdência Social, preencher requerimento próprio, 
apresentar a documentação exigida e agendar realização de perícia médica. 
O auxílio-doença também pode ser requerido via Internet no site 
da Previdência Social ou pelo telefone gratuito 135, que funciona de 
segunda a sábado, das 7h as 22h.

Quais são os documentos necessários para obtenção do auxílio-doença?

A documentação exigida para análise do pedido de auxílio-doença 
dependerá da categoria na qual o segurado está registrado na Previdência Social. 
Essa informação está disponível no site da Previdência Social
Para os empregados com carteira de trabalho assinada - a grande 
maioria dos trabalhadores - os documentos exigidos são:
  • Carteira de Trabalho original ou documentos que comprovem a 
  • contribuição à Previdência Social.
  • Número de Identificação do Trabalhador – NIT (PIS/PASEP);
  • Relatório médico original com as seguintes informações: diagnóstico 
  • da doença, histórico clínico do paciente, CID (Classificação Internacional 
  • de Doenças), eventuais sequelas provocadas pela doença, justificativa 
  • da incapacidade temporária para o trabalho. O relatório deve conter data, 
  • assinatura, carimbo e CRM do médico.
  • Exames que comprovem a existência da doença.
  • Procuração, se for o caso.

Qual o valor do auxílio-doença?


O auxílio-doença será o equivalente a 91% do valor do "salário de benefício” 
não podendo exceder à média aritmética simples dos últimos 12 salários de 
contribuição ou, se não alcançado o número de doze, a média aritmética 
simples dos salários de contribuição existentes, inclusive em casos de 
remuneração variável. O auxílio-doença é isento do imposto de renda.

Obs.: O "salário de benefício” dos trabalhadores inscritos até 28 de 
novembro de 1999 corresponderá à média aritmética simples dos 80% 
maiores salários de contribuição, corrigidos monetariamente, desde julho 
de 1994. Para os inscritos a partir de 29 de novembro de 1999, 
o "salário de benefício” será a média aritmética simples dos 80% 
maiores salários de contribuição de todo o período contributivo, 
corrigidos monetariamente.
 
Quando o paciente começa a receber o auxílio-doença?


No caso dos trabalhadores com carteira assinada, exceto os domésticos, 
os primeiros 15 dias são pagos pelo empregador; a Previdência 
Social paga a partir do 16º dia de afastamento do trabalho. 
Se o pedido de auxílio-doença do empregado não for feito até o 30º dia 
da data do afastamento, a Previdência Social fará o pagamento do 
benefício somente a partir da data em que o pedido foi protocolado.

Já os demais segurados recebem a partir da data do início da incapacidade 
ou da entrada do requerimento, quando feito após o 30º dia do 
afastamento da atividade.

Se o paciente somar mais de 30 dias não consecutivos de 
afastamento ele terá direito ao auxílio-doença?

Depende. Quando o segurado somar mais de 15 dias de afastamento 
pela mesma incapacidade declarada no CID dentro de um período 
máximo de 60 dias, haverá sim a possibilidade do recebimento do 
auxílio-doença pago pelo INSS.

Quando o paciente deixa de receber o auxílio-doença?

O auxílio-doença deixa de ser pago quando o segurado recupera a 
capacidade para o trabalho ou quando o benefício se transforma em
aposentadoria por invalidez.
A perícia médica estabelecerá o prazo que entender suficiente para 
a recuperação da capacidade para o trabalho do segurado. 
A partir dessa data o segurado deve retornar ao trabalho. 
Caso considere esse prazo insuficiente, o segurado deve requerer 
sua prorrogação nos 15 dias que antecederem ao fim do benefício, 
devendo realizar nova perícia. Esse pedido pode ser feito na Agência 
da Previdência Social responsável pela concessão do benefício, 
pela Internet no site da Previdência Social ou pelo telefone gratuito 135, 
que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h.
Existe algum programa de reabilitação profissional, caso a 
incapacidade relacione-se apenas a alguns tipos de atividades?

Se constatado que o beneficiário do auxílio-doença não poderá 
retornar para sua atividade habitual, deverá participar do programa 
de reabilitação profissional para o exercício de outra atividade, 
prescrito e custeado pela Previdência Social, sob pena de ter o 
benefício suspenso. Depois de concluído o processo de reabilitação 
profissional, a Previdência Social emitirá certificado indicando a 
atividade para a qual o trabalhador foi capacitado profissionalmente. 
A Previdência Social fornecerá aos segurados recursos materiais 
necessários à reabilitação profissional, quando indispensáveis ao 
desenvolvimento do respectivo programa, incluindo próteses, órteses, 
instrumentos de trabalho, implementos profissionais, auxílio-transporte 
e auxílio-alimentação. O trabalhador em gozo de auxílio-doença 
tem prioridade de atendimento no programa de reabilitação profissional.
O que o paciente deve fazer se tiver seu pedido de auxílio-doença 
negado injustamente?

Quando o pedido de concessão ou prorrogação de auxílio-doença for 
negado, o paciente que se sentir prejudicado poderá formular pedido 
de reconsideração no prazo de até 30 dias após a ciência da avaliação 
médica ou a da cessação do benefício. Esse pedido pode ser feito na
 Agência da Previdência Social responsável pela concessão do benefício, 
pela Internet no site da Previdência Social ou pelo telefone gratuito 135, 
que funciona de segunda a sábado, das 7h as 22h. 
Se o resultado ainda for desfavorável, o paciente pode 
ingressar com ação judicial.

É possível ajuizar ação judicial para concessão de auxílio-doença 
por meio do Sistema dos Juizados Especiais?

Os Juizados Especiais Federais são competentes para julgar ações 
objetivando a concessão do auxílio-doença cujo saldo não supere 
o valor de 60 salários mínimos. O acesso aos Juizados é gratuito, 
não sendo necessária a contratação de advogado. Clique aqui para 
conferir a relação dos Juizados Especiais Federais instalados no Brasil 
ou informe-se na Justiça Federal de sua região. Também é possível 
ajuizar essa ação por intermédio da Defensoria Pública da União ou 
de um advogado particular.
Observações:
  • Para ter direito aos benefícios da Previdência Social, o trabalhador
  • precisa estar em dia com suas contribuições mensais, caso contrário, 
  • pode perder a qualidade de segurado. Há situações em que o trabalhador 
  • fica um período sem contribuir e, mesmo assim, mantém a qualidade 
  • de segurado. É o chamado "período de graça". Confira essas hipóteses 
  • no site da Previdência Social.
  • O paciente pode comparecer à perícia médica acompanhado de um 
  • médico de sua confiança, desde que arque com os respectivos custos.
  • O pedido de auxílio-doença poderá ser feito desde o primeiro dia de 
  • afastamento caso o empregado já tenha documentos médicos que
  •  indiquem que ficará mais de 15 dias afastado.
Saiba mais
Legislação

Lei nº 6.880, de 09/12/1980 (art. 67, §1º, "c") - Dispõe sobre o Estatuto dos Militares.

Lei nº 8.112, de 11/12/1990 (art. 184, inciso I; art. 186, inciso I e §1º) - 
Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das 
autarquias e das fundações públicas federais.

Lei nº 8.213, de 24/07/1991 (art. 1º; art. 18, incisos I, II e III) - 
Dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social.

Decreto nº 3.048, de 06/05/1999 (art.71 e art. 75, parágrafo 4º e 5º) -
 Regulamento da Previdência Social.
 - Relação de doenças graves que independem de carência para concessão 
de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez.
 Dispõe sobre a reestruturação da remuneração dos militares das Forças Armadas.

Decreto nº 4.307, de 18/07/2002 -  Regulamenta a Medida Provisória
 nº 2.215-10, de 31/08/2001.

Decreto nº 5.844, de 13/07/2006 (art.1º que acrescenta parágrafos ao 
art. 78 do Regulamento da Previdência Social) - Autoriza peritos do INSS 
a fixar prazo para recuperação da capacidade laborativa (retorno ao trabalho).
Dispõe sobre a administração de informações dos segurados, o reconhecimento, 
a manutenção e a revisão de direitos dos beneficiários da Previdência Social 
e disciplina o processo administrativo previdenciário no âmbito do Instituto 
Nacional do Seguro Social – INSS.