sábado, 3 de fevereiro de 2018

cronica de um dia

Ela aquele dia me sorriu com o semblante ingênuo, que me fez convidá-la para ir ao teatro, fomos assistir ENTRE DUAS MULHERES no Teatro Rodrigo D'Oliveira. Tudo me parecia a criação duma nova estação, de outro eu, um novo estado, entre o líquido e o gasoso. Entre o silêncio e o zumbido. Entre a solidão e sua companhia. Passei a não fazer mais nada sozinho. Escondi meus deletérios, deletei meus infernos, minhas intempéries. Artesão que sempre fui, recriei-me a partir de inéditas matérias-primas, primeiro a matéria, depois as rimas, das palhetas e suas cores, das palavras que emergem de algum lugar a meus montes de textos. A clara evidência de sua pureza em clarividência, era sabermos que por hora nos completávamos. Opaca era a minha estação dando lugar à exata estação dela. Ela estava ali, e fazia correr nas noites para ir encontra-la, quando me desejava, quando me queria, e éramos felizes nas noites frias. Estado de quase perfeição. Queríamos perpetuar o ão de paixão.
Nela, eu me perpetuava. Me contemplava. Me fazia dela e ela parecia se fazer de mim.
Por tudo o que eu desejei e quis.
Por ela, me refiz.
E num dia, ela me entra pela porta da sala, eu já a esperava, simplesmente me diz:
__Resolvi dar um tempo, por isso vim pegar algumas coisas minhas e de nossa filha...
E até este momento não mais voltou ...
Por ela, tenho morrido um pouco a cada dia.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

O exame da vez

Poxa,do dia 08 de novembro, é madrugada e não consigo dormir, a ansiedade me toma, p estômago revira, a pressão medida quatro vezes vai e ao céu e desce a algum lugar. O pouco que cochilei o suor tomou conta da camiseta e travesseiro,tive de tirá-la e o travesseiro ser substituído por um terceiro já...
Sob a água do chuveiro, e com o espelho posicionado faço a tricotomia, antes passei a máquina de cabelo pelo púbis e sacro escrotal... a lâmina nova resvala sobre a pele, o pênis com frio desaparece, dificulta o trabalho que precisa ser feito.
5h15 tomo o ônibus, vou ao terminal e dele ao Centro médico e de lá vou de van ao HC...Chegamos as 7h10 desta vez, quatro pacientes em clinicas diferentes foram deixados antes: Merces, Cruz Vermelha e Pequeno Príncipe...
Combinei com meu sobrinho para me acompanhar, não fazem determinados exames sem a presença de alguém responsável...Cheguei no 9º andar, tudo escuro ainda, apenas duas enfermeiras e uma médica estavam na recepção depois de uma noite de trabalho, pediram que aguardasse a secretária...
Aos poucos o andar começou a ganhar vida, pacientes chegando, alunos, médicos, os residentes que conheço quase todos passavam e vinham falar comigo, me animavam e diziam que tudo ia correr bem...
Alessandro chegou, conversamos pouco, não temos muita intimidade, pecado de tio, tinha que ter sido mais presente na vida de meus sobrinhos, de todos.
O cansaço da espera me venceu e acabei deitando no banco duro, usei a mochila como travesseiro e dormi... acordaram-me para colocar a roupa do hospital, fui a sala de curativos e tentamos uma roupa e só a calça serviu, as túnicas não fechavam e apertavam o encaixe dos braços, acabamos po usar duas, uma de frente e outra nas costas.
fui ao banco de novo, já havia me posicionado e começava a viagem de Orfeu e a enfermeira Maria me cutucou:
__seu Abilio, venha, como não sabemos se vai demorar ajeitamos um leito para o senhor descansar, vamos...
E eu fui, que maravilha foi a cama, um rapaz estava no quarto, ficou paralitico aos 17 anos, casado, conversamos, mas também não se demorou muito e adormecemos, já que Alessandro babava na poltrona do quarto... o terrível nestes exames é ver os outros comerem e e beberem e você ter de ficar em jejum.
Somente a 16h50 vieram me buscar para descer ao sétimo, fomos, mais uma espera até a sala estar arrumada, um menino gritava acordando da cirurgia de fimose, uma menina gemia alto, uma senhora passou sorridente já acordada da anestesia...
O anestesista me fez as mesmas perguntas: está em jejum, usa próteses, como está o coração, tem a liberação da cardio, sua pressão está um pouco alta, tomou as medicações? e quanto ao clopidogrel e o ass?
17h15 entramos na sala fria, começaram a me arrumar, e muda de maca, e fica todo exposto, um coloca o escalpo no braço e outro passa polvedini onde acontecerá a intervenção...Putzzz ela me bate com a gaze nos testículos, gemi alto de dor.
Já foi um caso para gozação entre eles.
Fernando e Guilherme estão na sala para ensinarem aos outros, me acalmam e eu apago...
acordo ainda ali no centro cirurgico, passamos de maca e sou levado a sala de reabilitação para  observação, todos os uros haviam ido embora, só o anestesista ficou tentei sabre dele se sabia, a resposta seca: só com os médicos no dia da consulta.
e foi ali que perguntei:
__ que horas são? __19h35;
__Caramba, demorou mais que das outras vezes.
__O senhor é um caso difícil seu Abilio, muito difícil, seu coração assustou a todos em vários momentos.
__Mas vou sair desta!
__Desta e de outras seu Abilio.
__Como está ele ?
__Já está bem podemos levá-lo ao quarto ou vai à UTI.
__Ele é externo..
__Como assim? Não pode, está especificado aqui, ficar em observação mínimo 24 hs.
__Não há leito...
__Vamos levá-lo e eles no andar resolvem.
Chegamos no andar, fui ao quarto, minutos depois o enfermeiro entra e diz, vamos trazer uma comida para o senhor, está em jejum a muito tempo.
Me trouxeram  muita sopa...
e pouco depois ele entrou:
__O senhor pode trocar-se para ir embora, aqui uma receita para dor e para tontura, esta aqui é o atestado e este para marcar a consulta para conversar sobre o exame.
__sabe de alguma coisa?
__Nada, nem o seu prontuário está aqui, senão teria dado uma olhada.
Me troquei, dei uns gemidos altos no banheiro ao tentar fazer um xixi, me despedi de todos e descemos, pedi ao Alessandro que me deixasse no ponto de Ônibus de Campo Largo, lhe dei uns trocados pela companhia do dia... e vim para lamber as feridas em casa,  cheguei 23h35, e ali estava eu, sozinho como sempre !

Amiga Maldita

Amiga Maldita

Quando a conheci tinha 16 anos...
ELA ou eu, não sei...
Fomos apresentados numa festa por um carinha que se dizia meu "amigo"...
Foi amor a primeira vista.
ELA me enlouquecia.
Nosso amor chegou a um ponto

Que já não conseguia viver sem ELA.
Mas era um amor proibido. 

Meus pais não aceitaram. 
Fui repreendido na escola, Passamos a nos encontrar escondidos, Ate que não deu mais.
Fiquei louco. 

Eu queria, mas não a tinha.
Eu não podia permitir que me afastassem DELA.
Eu a amava,
 Bati com o carro,
Q
uebrei tudo dentro de casa
E quase matei minha irmã.
Estava louco. 

Precisava DELA.
Hoje tenho 39 anos, estou internado num hospital,
 Sou inútil
E vou morrer abandonado pelos meus pais, amigos e por ELA.
Seu nome?
COCAINA.
Meu amor, minha vida, minha destruição.
Devo tudo a ELA.  
Minha morte.
(Fred Mercury)
 

Queen - 'Save Me'





Save Me
Salve-me
It starded off so well
They said we made a perfect pair
I clothed myself
In your glory and you love
How I loved you
How I cried…

The years of care and loyalty
Were nothing but a sham it seems
The years belie we lived a lie
I love you till I die

Save me, save me, save me
I can't face this life alone
Save me, save me, save me
I'm naked and I'm far from home

The slate will soon be clean
I'll erase the memories
To start again with somebody new
Was it all wasted
All that love?
I hang my head an I advertise
A soul for sale or rent
I have no heart I'm cold inside
I have no real intent

Save me, save me, save me
I can't face this life alone
Save me, save me, save me

I'm naked and I'm far from home
Each night I cry
I still believe the lie
I love you till I die

Yeah, save me, save me
Forever save me
Don't let me face my life alone
Save me, save me
I'm naked and I'm far from home
Tudo começou tão bem
Diziam que éramos um casal perfeito
Eu me vesti
Com sua glória e seu amor
Como amei você
Como chorei

Os anos de carinho e lealdade
Nada foram além de fingimento
Por anos, acredito,vivemos uma mentira
Amarei você até eu morrer

Salve-me, salve-me, salve-me
Não dá para encarar a vida sozinho
Salve-me, salve-me, salve-me
Estou nu e longe de casa

O passado em breve estará limpo
Apagarei as lembranças
Para recomeçar com outro alguém
Foi tudo um desperdício
Todo aquele amor?

Abaixo a minha cabeça e anuncio
Alma à venda ou para alugar
Sem coração, frio por dentro
Não tenho intenções sinceras

Salve-me, salve-me, salve-me
Não dá para encarar a vida sozinho
Salve-me, salve-me, salve-me

Estou nu e longe de casa
Toda noite eu choro
Ainda creio na mentira
Amarei você até eu morrer

Sim, salve-me, salve-me
Para sempre salve-me
Não me deixe encarar a vida sozinho
Salve-me, salve-me
Estou nu e longe de casa

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

SEM REINCIDIVA !!!

Hoje gritei aos céus de contentamento. Vencer uma briga destas é um lindo sentimento. As dificuldades foram ultrapassadas com muita determinação e se agora sinto a alegria da vitória, é porque lutar não foi em vão, dias de exames invasivos, citoscopias, agulhadas, ultrassons, tomografias, cirurgias e quimioterapias.

Hoje, quarta –feira, 29de novembro, recebi a notícia que em minha última citoscopia não apresentou reincidiva do Tumor Papilífero Urotelial de Alto Grau que era eu acometido por 3 anos  com duas reincidivas, agora devo fazer apenas a manutenção de acompanhamento, estou livre das quimioterapias... Que sensação... Não eram fáceis tais ciclos de quimioterapias e sempre as fiz sem acompanhante e indo e voltando de ônibus de linha, passando alguns perrengues no translado.




É de lutas e conquistas que a vida é feita, e devemos sempre nos preparar para as que vêm a seguir. Mas agora vou saborear o meu triunfo, e agradecer a todos que me ajudaram a vencer.
Gratidão a você, da familia, amigo e colega que se solidarizou, que têm me ajudado neste período, espero que só porque estou melhor de uma das patologias se afastem, não se esqueçam de mim e de que tenho ainda outras necessidades na área da saúde que ainda preciso e conto com vocês, para adquirir medicamentos e contas mensais.

Gratidão e festejem comigo esta batalha vencida neste momento !!!


sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Viajar nos faz melhores ?!



Viajar é uma prática enriquecedora. Fato. Não importa a quantia gasta ou da temporada, o saldo final de qualquer viagem é sempre positivo. O ser viajante regressa de um destino carregado de conhecimentos históricos, artísticos, políticos, gastronômicos e linguísticos que fazem valer o maior dos investimentos. Se fosse possível pesar toda a “cultura” que se traz de uma viagem, o excesso de bagagem seria certeiro. Isso em si já configura um “upgrade” na existência de qualquer ser humano. Mas há outro benefício em viajar que vai além do acúmulo de repertório, algo que modifica o homem e sua maneira de estar no mundo. Quem viaja encarna, ainda que provisoriamente, um ser incrível: interessado, paciente, livre de preconceitos e até mais amoroso com os seus, eu quando viajo gostaria de partilhar cada momento vivido, por cada bênção que é conhecer e absorver.

O mesmo indivíduo que vai para à rodoviária ou aeroporto excomungando o trânsito e dando pontapés na própria mala, desembarca ou aterrissa do outro lado já incorporado pelo maravilhoso espírito de viajante. Arrasta a mala pelo asfalto, pelos paralelepípedos, pela areia, escada acima... tudo sem reclames. É como se recebesse uma dose cavalar de energia, mesmo depois de horas intermináveis dentro de um ônibus ou um avião. Afinal, ele já está quase lá, no destino almejado, e há muito com o que se ocupar além da mala. O viajante se compromete a apreciar todas as imagens que aparecem pelo itinerário, a começar pelos carros do congestionamento na saída do aeroporto. Dos pontos turísticos aos mendigos nas ruas, tudo merece ser olhado com atenção e, se possível, fotografado. A consciência do “diferente” lubrifica as pálpebras, ajusta os graus, limpa da lente ocular os pré-conceitos.

Há uma enorme beleza para ser admirada no cotidiano alheio, os viajantes de corpo e alma crêem. As crianças indo para a escola, os homens de negócio nas avenidas, as mulheres cansadas no metrô, as vendedoras nas lojas, os garotos inconsequentes. O viajante sente desejo de conversar com todas essas personagens ‘estrangeiras’ de si, embora raramente o faça, seja por timidez ou falta de recurso. Então distribui sorrisos gratuitos e, quando recebe uma piscadela de volta, sente-se como um infiltrado naquele excitante mundo novo. O viajante procura estabelecer essas conexões arriscando um diálogo onde quer que a oportunidade apareça: ao passear pela rua, na fila do restaurante, no banco da praça, no meu caso tirar selfs de Papai Noel na praia, mesmo que só de bermuda e camisa ao ombro.  Para tal, ele logo se ocupa em usar as palavrinhas mágicas. Se em outro país acontece o mesmo  já no primeiro dia está fluente no “por favor”, “obrigado”, “desculpe-me”, “bom dia” e “boa noite” e procura usar esse vocabulário com determinação, pois como eu, todo viajante adora brincar que faz parte do lugar a que não pertence.  

“Determinação”, na verdade, é o segundo nome do viajante. Ele costuma ter metas bem definidas de lugares a se visitar. Não importa que tenha que atravessar meia cidade, escalar uma montanha, pegar vários transportes e subir inúmeros degraus. Cada gota de suor significa maior proximidade da chance de tirar aquela foto-fetiche que ficará para posteridade. A alegria do viajante aumenta proporcionalmente à sua canseira. Ele chega ao fim de cada dia absolutamente exaurido, com dor nos pés, e feliz. Haja otimismo! Aliás, tá aí uma coisa que não falta ao viajante: a capacidade de ver o lado bom de tudo. Ele debocha de si mesmo o tempo todo: pega a condução errada e tem uma crise de riso, toma chuva e posa pra foto molhado, fica perdido e tira uma selfie olhando com cara de interrogação para o mapa.
É mesmo uma pena que o espírito de viajante desencarna quando retorna para casa, despedindo-se logo ali, seja quando arrasta por vários ônibus lotados seus pés agora pesados ou nas esteiras onde as bagagens demoram tempo demais para aparecer. Que bom seria se conseguíssemos nos manter encarnados, com a mesma disposição para percorrermos nossos caminhos de cada dia. Que interessante seria permanecer com os olhos abertos, enxergando a beleza de tudo o que nos cerca. Que estimulante seria correr atrás dos nossos objetivos rindo das nossas próprias falhas nos obstáculos que nos separam da vitória. Que incrível seria se usássemos as palavrinhas mágicas e distribuíssemos sorrisos excessivamente. Que lindas seriam nossas relações afetivas, se nunca deixássemos de tentar estabelecer conexões, ainda que faltassem palavras para tal. Que ótimo seria para nós, todos de passagem nesta vida, se permanecêssemos constantemente abertos para o novo e maravilhados pelo fato de sermos diferentes. 
Porém viajar nos faz melhores lá, porque não aqui?!

Eu digo-vos, eu tento manter. 

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

estar vivo

Quando a vida te pede para que você comece tudo de novo e reconstrua a partir do zero, em vez de entrar em pânico e olhar para a coisa toda como uma punição, em vez de permitir que o medo paralise você, tente olhar para a experiência não como um novo acaso, mas como uma nova oportunidade para você criar a sua vida em uma fundação mais forte e saudável. 
Uma nova oportunidade para você ser feliz. 
Para começar tudo de novo e mostrar ao mundo que tudo é possível.

 ...não se blinde demais. A vida vai te derrubar algumas vezes, e nem sempre estarei ao seu lado para te ajudar a se levantar. Mas lembre-se do conselho que agora eu te dou: não desista de olhar a existência com olhos de amor. Pois por pior que sejam os momentos, eles são fases, e cedo ou tarde irão passar. E mesmo que fiquem cicatrizes, o vento nunca deixará de soprar. E é por causa disso que você tem que se permitir recomeçar. Pois como dizia Confúcio, “você não pode mudar o vento, mas pode ajustar as velas do barco para chegar onde quer” …

Bom estar vivo 
😍😘😘
#psicologoabiliomachado

sábado, 7 de outubro de 2017

Velório é Dia estranho

Velório é sim... Dia estranho. 
Você está naquele instante do tempo onde todos os sentimentos coabitam, encontrei minhas irmãs, encontrei meus primos e primas, alguns parentes que não conhecia ou até não lembrava, os abraços e sentimentos todos à flor da pele, encontrei um companheiro veterano PE que sempre são boas companhias aliviam o estresse com historias da caserna, meu primo Serrinha que não via a muito tempo e conseguimos conversar, ah encontrei claro crianças que me chamam de Papai Noel e indagações de adultos ' Velório é Dia estranho, você está naquele instante do tempo onde todos os sentimentos coabitam, encontrei minhas irmãs, encontrei meus primos e primas, alguns parentes que não conhecia ou até não lembrava, os abraços e sentimentos todos à flor da pele, encontrei um companheiro veterano PE que sempre são boas companhias aliviam o estresse com historias da caserna, meu primo Serrinha que não via a muito tempo e conseguimos conversar, ah e claro não faltou crianças hoje na rua e durante o velório que reconheceram em mim o velhinho que tanto amam, e pude conversar com elas também, uma delas até foto para mostrar tinha e também as indagações dos adultos com 'você está parecendo Papai Noel' . Também tive o meu momento de velar minha prima, esperei um momento em que ninguém estava próximo, peguei uma cadeira, como se estivesse lá em casa dela e coloquei próximo ao caixão, me sentei, peguei em sua mão gelada e orei da maneira mais gostosa que jamais fiz, conversei, aconselhei, intercedi, ficamos um bom momento em que parecia que só nós dois estávamos ali e era o que importava sob olhares de curiosos pela atitude inesperada, mas me senti otimamente bem. Os dias é quem vão ditar este rompimento, pois quem vai responder o waths da coisas que enviava a ela, das nossas verdadeiras discussões filosofias, politicas e religiosas, principalmente nestes últimos tempos em meio a tantas coisas que lhe aconteceram.Cada um de nós recebe o luto de uma maneira, onde absorve ou é absorvido, por isso rogo a Deus que ofereça força ao esposo, ao filho, nora e netos, aos irmãos, família e amigos. E claro depois, eu fico a pensar no meu, como será? virão parentes? virão amigos?alguém sentirá falta ?